Plataforma Vida de Escritor lança prêmio para inéditos

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Alphabet – Jasper Johns – 1959

Serão abertas amanhã, 3/11, as inscrições pagas (R$ 50) para a 1ª edição do Prêmio Vida de Escritor. A iniciativa dará R$ 10 mil a um autor inédito e 15 contos selecionados serão publicados em coletânea. O prêmio é patrocinado pela plataforma Vida de Escritor (vidadeescritor.com.br), que para marcar o lançamento do seu site promove três debates, de amanhã até o próximo dia 5, sempre às 19h, com transmissão pelo Youtube. Confira abaixo a programação. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

 -Dia 3/11 – Vida de Escritor – Nelson de Oliveira, Noemi Jaffe e Emilio Fraia;

-Dia 4/11 – O Escritor e o Mercado Livreiro – Marne Lúcio Guedes, Luisa Geisler e Antônio Xerxenesky;

-Dia 5/11 – Literatura e Política Cabem na Mesma Página? – Bruna Meneguetti, Amara Moira e Paulo Scott.

O mar protagonista

 

Snow Storm - Steam-Boat off a Harbour's Mouth exhibited 1842 by Joseph Mallord William Turner 1775-1851

As irresistíveis listas! Dessa vez a dos “dez melhores livros náuticos” de todos os tempos. A seleção de títulos e os respectivos conteúdos resumidos são do blog “Mar Sem Fim”.

1) História, Heródoto

Heródoto nasceu na Ásia Menor e viveu na Atenas do período da civilização helênica. Andou e pesquisou lugares como o Nilo, a Líbia, Fenícia e a Babilônia. “No texto, um diário de suas viagens, ‘você volta para o século V a.C’, e testemunha incríveis batalhas navais da esquadra persa contra a do gregos”.

2) A Viagem do Liberdade, Joshua Slocum  

O mestre dos Mares, Joshua Slocum, segundo o blog, é autor de um dos “livros náuticos” que todos deveriam ler, especialmente os brasileiros, já que a grande aventura narrada no livro se passa aqui. Com a mulher e dois filhos, ele navega mais de cinco mil milhas até chegar a Washington.

3) A Travessia do Snark, Jack London

London visitou os lugares mais lindos do planeta, e os descreve com precisão. Conviveu com leprosos e canibais. Em Waikiki descobriu uma novidade, um ‘esporte real’, como diz, que mexeu com sua cabeça e que hoje é conhecido como surf.

4) O Longo Caminho, Bernard Moitessier 

Moitessier (1925 -1994), francês, nascido no Vietnam então Indochina, partiu para a primeira regata solitário através do mundo, a Golden Globe Challenge, em 1968. Saindo de  Plymouth, na Inglaterra, passou pela África do Sul;  Austrália e, de volta ao Pacífico, velejou até cruzar o Cabo Horn.  Vale cada parágrafo, ainda segundo o blog.

5) Nos Mares do Sul, Robert Louis Stevenson

Autor do clássico “A Ilha do Tesouro”, o escocês partiu, em junho de 1888, a bordo da escuna Casco, para o Pacífico Sul, com sua família e uma tripulação. Passaria seis anos na Oceania. Uma obra-prima da literatura de viagem.

6) A Incrível Viagem de Shackleton, Alfred Lansig 

De acordo com o blog, existem vários livros sobre essa viagem, mas os melhores  são “A Incrível Viagem…” e “O Endurance”, de Caroline Alexander. Ambos contam em detalhes de prender o fôlego, uma das maiores sagas náuticas de que se tem notícia.  Um feito épico.

7) No Coração do Mar, Nathaniel Philbric 

A verdadeira história que inspirou Herman Melville a escrever Moby Dick. A saga do baleeiro Essex, em 1820, que, a cerca de mil milhas a Oeste das ilhas Galápagos, em pleno Pacífico, é abalroado e afundado por um cachalote de 26 metros. “Um desastre que abalou o mundo na época, reconstituída pelo historiador Nathaniel Philbrick.

8) Kon Tiki, Thor Hayerdal 

A cruzada do explorador, arqueólogo, antropólogo e escritor norueguês para provar sua tese sobre a origem dos colonizadores das ilhas da Polinésia. Em 1946 ele constrói uma balsa aborígene, a Kon Tiki, e parte do Peru em direção à Polinésia. Oito mil quilômetros e 101 dias depois, encalha na região do Taiti.

9) À Deriva, Setenta e Seis Dias Perdidos no Mar, Steven Callahan 

Segundo o site, “a mais prolongada agonia de um náufrago”. Narra a história do autor após sobreviver à destruição de seu veleiro de 21 pés por ondas de sete metros de altura, quando atravessava o Atlântico Norte em direção aos Estados Unidos. “Uma aula de sobrevivência.”

10) Cem Dias Entre o Céu e o Mar, Amyr Kink 

Best-seller do navegador brasileiro narra a solitária viagem, cuidadosamente planejada, de Klink em um barco de 5,94 metros movido a remo, atravessando todo o Atlântico, da Namíbia, no continente africano, até a Bahia.

Biblioteca flutuante

Praateleira

Dica de prateleira invisível do site Catraca Livre.

Materiais 

Furadeira, 3 cantoneiras (para uma prateleira), trena, 6 buchas plásticas, 6 parafusos, broca do tamanho do parafuso e da bucha, fita dupla face de grande aderência, lápis, chave de fenda, tesoura, livro de capa dura (que você não poderá manusear por um bom tempo).

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Como fazer

1)      Utilize a trena para marcar na parede a altura onde será fixado o suporte da prateleira.
2)      Posicione a cantoneira  e marque com o lápis onde deverão ser feitos os furos.
3)      Hora de usar a furadeira para fazer todos os furos sinalizados na parede.
4)      Coloque as buchas plásticas nos orifícios.
5)      Parafuse com a chave de fenda as cantoneiras.
6)      Quem utilizar as cantoneiras deve deixa-las fixadas uma paralela a outra.
7)      Cole a fita dupla face na parte inferior das cantoneiras.
8)      Coloque a parte interna da capa inferior do livro e assegure-se que está bem firme. É este primeiro livro que encobre a prateleira tornando-a invisível.
9)      Feche o livro sobre a prateleira e organize os outros livros em cima.

A biblioteca de Pessoa

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Graças à iniciativa coletiva iniciada em 2008, a biblioteca particular do poeta Fernando Pessoa pode ser acessada em sua quase totalidade na internet. São cerca de 1.300 títulos de um acervo construído por Pessoa a partir de 1898 que pode ser acessado pelo endereço: http://bibliotecaparticular.casafernandopessoa.pt/index/index.htm

A biblioteca, de valor inestimável, conta com milhares de páginas impressas, muitas com anotações do autor, comentários, traduções e textos em prosa e verso, além de desenhos, horóscopos e exercícios caligráficos.

A digitalização foi realizada em colaboração entre a Casa Fernando Pessoa e o Centro de Linguística da Universidade de Lisboa.

 

Babel digital

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Detalhe da Torre de Babel, de Pieter Brueghel, o Velho

Uma biblioteca que disponibiliza tesouros culturais do mundo inteiro – manuscritos, filmes, gravuras, fotografias, livros raros, desenhos arquitetônicos e vários outros itens a qualquer um que tenha acesso à internet. Assim é a Biblioteca Digital Mundial, um projeto de colaboração entre a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e a Unesco.  O site (www.wdl.org) oferece, gratuitamente e sem cadastro, pesquisas por lugar, período, tema ou pesquisa aberta, inicialmente em sete idiomas, português incluso.

São 193 países e 145 idiomas representados em mais de 360 mil páginas de conteúdo. Por itens, são mais de 9.400 imagens e fotografias, 3.500 jornais, 2.100 livros, 1.600 manuscritos, mil diários, mil mapas e dezenas de registros fonográficos e filmes. Há ainda links para museus e outras bibliotecas.